Author Archive for Filipe Gomes

07
Jul
11

MINI WRC – a comunicação mais eficaz

Ainda não estão a competir no WRC, mas a mini está a capitalizar bem a sua imagem, passada e presente com a sua aventura no WRC.
Estar no Top Gear, que óbvio e tãaaaaaaaaaaaaaaao eficaz!

25
Jun
11

American motoring…

Os americanos e os carros não costuma ser coisa que jogue muito bem.
Mas não faz mal. Meta-se um Britânico, num carro japonês, num “circuito” europeu, que eles fazem maravilhas com o resultado!!

22
Maio
11

Velha discussão…

Aqui com efeitos previsíveis.
Não tenho carta de mota, mas aceitava bem as duas máquinas para a minha garagem. tratava disso depressa!

12
Maio
11

Press Day Skoda 2011

Press Day Skoda 2011.

pé-ta-cular

03
Maio
11

Vitor, bem-vindo de volta, estás perdoado

Vitor Lopes antecedeu o nosso grande Armindo Araújo na Citroen, e a herança foi pesada pois foi o seu melhor período. Daí para cá, ou porque os projectos não eram suficientemente estáveis ou com máquinas “decentes”, ou mesmo por azares, “nunca mais” o vimos.
grande, grande exibição no Rali Serras de Fafe em 2011.
Arrasou por completo em condições traiçoeiras.
Fica a prova:

05
Abr
11

“Sapatilha” nova

Já rodando no limite da segurança, com falta de bocados nos pneus, hoje foi dia de ir calçar o Yaris, com uns BridgeStone Turanza ER300 de novo (3ºconjunto de 4 que leva) na medida 185/60 R14 H.
Foi aos ~141800 Km, cerca de 31000Km depois dos últimos. Tendo em conta que o jogo anterior havia durado 35000Km, mas em que só 20000Km foram na Madeira, a durabilidade é +- equivalente.
De qualquer forma, nunca entreguei pneus tão mal tratados. Já estavam mesmo fora do utilizável…

30
Mar
11

Rali Portugal 2011

Excelente edição do Rali de Portugal este ano.
Muita competição, e muitas lutas para acompanhar durante todo o rali.
Ainda cheirei um pouco de competição na super especial em Lisboa, foi uma boa exibição, aproximou Lisboa dos ralis.
Nota mais para os novos WRC! São rápidos, espectaculares, dão mais trabalho aos pilotos e só os bons os conduzem realmente depressa.
Aqui um bom vídeo rallymania:

13
Fev
11

Formação AMAK

Aqui na Madeira, para quem possa estar mais desligado dessa realidade, criou-se e “cresceu-se” uma nova entidade, a Associação Madeirense de Automobilismo e Karting (AMAK).

Se o intuito, nobre, de fazer algo pelos ralis para que a crise não os mate (também por cá, onde a sua representatividade sempre foi assinalável) foi um pouco abanado quando a Federação rejeitou cabalmente a quase integralidade do documento que recebeu, mas os seus membros resistiram e estão a dar a melhor resposta.

Hoje estive, com um grupo grande, interessado e muito amigável, a aprender muito sobre esta modalidade que gosto muito, mas que, pelo menos para já, aprecio “no morro” à beira da estrada.

O que hoje se falou, entre noções básicas de socorrismo, o que fazer, o que não fazer, noções básicas e mais avançadas (discutiram-se pontos sempre polémicos dos regulamentos também), utilização de cartas de controlo, notas, elaboração de projectos e acompanhamento dos mesmos, elementos de segurança e actuação em casos de acidente, enfim, toda a envolvência dos ralis, foram úteis para mim, que estou de fora, mas um marco, tenho a certeza, para todos os que são pilotos e que estiveram presentes.

Houve também lugar para debate de ideias, sobre vários temas e, sobretudo, ouvidos a escutar, para se fazer algo, a partir de cada pedra deste caminho.

Da minha parte, do meu canto, obrigado AMAK.
O Campeonato regional de ralis, mais que isso, os ralis na Madeira deram um grande passo em frente.

Ficou uma promessa de virem a repetir “a dose”, só posso sugerir, e faço-o com toda a abertura.

12
Fev
11

Yaris 1.4D4d 2003 – o melhor e o pior…

Continua igual a si próprio, ao cabo de 135000Km.
Económico, fiável, pequeno por fora, grande por dentro.
Grande companheiro.

(já tinha este post como rascunho desde o inicio do ano)
Tudo verdade até dia 1 de Fevereiro quando

Depois de um episódio isolado de piscar a luz da temperatura uma vez num outro dia (sem quaisquer outros sintomas), voltou a ligar a piscar.
Já tinha andado uns 30 Km, normalíssimo, e depois esteve parado. Quando começou a andar, pouco mais de um minuto ou dois depois (sempre a subir) acendeu a luz da temperatura de novo. Já foi direito para oficina.
Resultado, junta da cabeça do motor queimada, embora a cabeça tenha sido testada e está OK.
Entre bomba de água, termostatos, desmontagem e montagem de tudo, rectificação, descarbonização, kit de embraiagem (que entretanto viu-se já dar mostras de que viria a ceder), tubos dos injectores, velas de incandescência, radiador, oleos motor e caixa e sei lá mais o quê ainda com desconto de 100 euros só em mão de obra, foi uma conta de 1700 e tal euros…

20
Dez
10

Pequena correcção – Golf IV

Aqui ao lado, no blog Skoda Sem Limites seguem as minhas “intervenções” e, do fundo do seu poço de sabedoria, corrigiram de forma correctíssima e que agradeço de novo, um comentário meu sobre a suspensão traseira do Golf IV que referi ser independente. Ora, o correcto será afirmar que tem um eixo traseiro semi-rígido (indistinguível à vista pouco técnica…) com suspensão independente.

Mas deixo as palavras sábias para maior clareza:
“Do que nos é dado a conhecer, o Golf IV [tal como o Octavia I, ou o primeiro Audi A3, só para dar alguns exemplos], tinha como base a plataforma PQ34, com suspensão McPherson à frente e eixo semi-rígido traseiro com amortecedores e molas separados [permitindo efeito auto-direccional], sendo que apenas as versões com tracção integral dos respectivos modelos vinham equipadas com suspensão totalmente independente. Só na geração seguinte [Golf V, Octavia II, etc.], onde foi estreada a plataforma PQ35, o eixo traseiro passou a ser multilink em todas as versões, independentemente dos modelos serem de tracção dianteira ou integral.

É natural que não tenha conseguido ver o eixo semi-rígido, porque este passa atrás da cava da roda suplente, mais ou menos sob o banco traseiro, ficando quase complanar com o fundo do carro – uma solução inteligente que, imaginamos nós, poderá ter sido adoptada com vista a melhorar o fluxo aerodinâmico entre a estrada e o automóvel. De outra forma, só praticamente deitado no chão conseguirá ver este órgão mecânico [ou num elevador].

[Na imagem, vê-se o] (…) desenho da suspensão traseira do Golf IV e que, em geometria, é idêntico à dos seus congéneres de Grupo, com a natural excepção de especificações próprias de casquilhos, taragem de molas e amortecedores.”