Arquivo de 25 de Maio, 2007

25
Maio
07

Economias de escala e Ambiente

Uma economia de escala “(…)ocorre quando a expansão da capacidade de produção de uma empresa ou indústria provoca um aumento na quantidade total produzida sem um aumento proporcional no custo de produção. Como resultado, o custo médio do produto tende a ser menor com o aumento da produção.” (in wikipedia)

E o que é que isto tem a ver com o Ambiente? (e com o mundo automóvel… que é o que aqui se fala) Tudo!

Quanto mais a Indústria investir na investigação e implementação de medidas para redução de emissões ou de consumos, mais barato ficará a longo prazo, especialmente porque terão inevitavelmente que o fazer.

A BMW e Mini acabam de dar um excelente exemplo.

mini
Foto e fonte: Carscoop

Com três tecnologias, já utilizadas em alguns outros modelos – portanto já não são grandes novidades para as quais tenham sidos necessários grandes investimentos de Investigação & Desenvolvimento – conseguem reduções entre os 7,2 e os 11,9% nos emissões de poluentes e entre 6,5% e 12,8 nos consumos!

Para a renegeração da energia de travagem é utilizado um alternador inteligente (Intelligent Alternator Control – IAC) e uma bateria (Absorbent Glass Mat – mais cara, mas mais durável quando sujeita aos elementos) que reutiliza energia que perderia. Enquanto que numa configuração tradicional o alternador “puxa” a energia do motor, o alternador inteligente reduz a carga sobre o motor porque carrega a bateria a partir da energia cinética de uma travagem ou de uma descida inclinada.

A função “Start-Stop”, apenas disponível nos carros com transmissão manual, desliga o motor quando está em “ponto morto” (este sistema pode ser desactivado).

O mostrador de “ponto de troca de caixa” ajuda o condutor a escolher a relação de velocidade mais económica em cada momento da condução ao avaliar a velocidade, situação em que o carro está e posição do acelerador. A relação de caixa ideal é indicada ao condutor através de um número no cockpit do carro.

Os novos BMW Série 1 já todos saem da linha de montagem com estas melhorias de eficiência, os Mini, a partir de Agosto e com toda a certeza se seguirão os restantes BMW’s. Assim, e voltando às economias de escala, a curto-médio prazo estes custos se diluirão nos custos totais de produção.

Curiosa foi também a referência da BMW para o facto de que estas “inovações” não necessitam de baterias (“No bateries required”) já que também já se percebeu que os híbridos também têm as suas falhas.

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25
Maio
07

Rui Madeira em alta

Depois de ter sido submetido a um circo no final do Rali de Portugal, o anúncio de que Rui Madeira vai fazer uma prova com a AR Vidal que faça parte do Mundial é sem dúvida um factor que comprova e potencia o efeito irónico de tudo isto…

Ora, depois de tanta exposição mediática por ter ganho, mas afinal não, tem agora “tempo de antena” grátis – ou perto disso – para os seus patrocinadores (ainda para mais numa prova internacional) tanto em prova como na imprensa e internet antes e depois da prova, com toda a certeza.

(notícia do ralis.online.pt aqui)

Para além disso, há sempre “burburinho” de que ele pode voltar na prova X ou Y.
Cá para mim, espero é que esta época, por mais desgraçada que esteja a ser, seja determinante para angariação de patrocínios para este piloto – que não merece estar parado – nem que seja para 2008!

Para ajudar, fica aqui mais uma foto 😀 (ralis.online.pt)

Rui Madeira

25
Maio
07

Fiat 500 Abarth

Há uns tempos falava dos “revivalismos” que algumas marcas resolveram criar para “encher os bolsos” (algumas também para fazer bons carros!!), onde referia que o Fiat 500 Abarth me suscitou algum interesse, especialmente a partir deste esboço do site www.infomotori.co.uk.

Após o lançamento das fotos oficiais da versão “normal” surgem agora algumas fotos espia da real versão Abarth a testar em Nürburgring que, com um tamanho realmente pequeno, mas um visual mais agressivo e um motor turbo com mais de 140 cv deverá ser um verdadeiro – como já li – “pocket rocket”.

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Fotos e artigo em www.worldcarfans.com

25
Maio
07

Opel Corsa

Hoje, ao ler sobre “O corsa de condução” num blog aqui ao lado reconheci um sentimento que tive numa das minhas experiências auto-mobilizadas.

Não teve a ver com o Toyota Yaris do ACP – escola de condução, mas com um dos test drives que fiz, quando estive à procura de substituir o meu “defunto” clio.


Foto (e mais informações): http://www.answers.com/opel%20corsa

Num famigerado dia em Outubro de 2005 fui experimentar um Opel Corsa B de 2000, sem vidros electricos, sem direcção assistida, com a embraiagem já referida, sem pára-choques pintados com a côr da carroçaria (portanto, sem sequer ser esteticamente apelativo), com o motor 1000 cc… 😐
Dei uma volta a um parque, e nem sequer 50 metros andei, para ter a certeza de que NÃO queria nada daquilo. A posição de condução era horrível, a visibilidade reduzida, direcção pesadíssima e pouco mais posso dizer porque desisti pouco tempo depois.

Se tivesse tido as minhas aulas de condução assim também achava que era uma provação!!


Foto: http://www.answers.com/opel%20corsa

Anteriormente também tive uma experiência com um Opel Corsa A de 1992, 1200 cc (da versão original, anterior ao da foto) que obviamente comparado com os carros de hoje em dia travava muito mal, e também não tinha uma posição de condução muito boa, mas era muito fiável e poupado – isso ninguém lhes tira…