Depois de ter conduzido o Seat Ibiza 1.4 TDI, agora tive comigo um 1.2 THP. Digo já no início, é metade do carro (e atenção que o 1.4 TDI não é nenhum canhão…). O motor 1.2 THP é muito fraco e barulhento. Aliás, se todas as estradas fossem a direito, talvez nem se notasse muito a falta de rendimento nem o barulho, mas a questão é que para andar a um ritmo mais ou menos rápido, é preciso puxar por ele, que é quando aumenta (muito) o barulho. Em subidas, é bastante fraquinho. O último carro que me lembro de conduzir e ter esta sensação, foi o 206 1.1 que era claramente submotorizado. Ainda assim o 1.2 do Seat é melhor que isso. Mas é claramente inferior à maioria dos motores da concorrência. Quanto aos consumos, se eu disser que fiz 434 km no total com uma média de 9,6l/100Km talvez seja um pouco inacreditável, mas é verdade. e atenção, eu não ando devagar, mas sou a mesma pessoa que fez 6,5 num Micra, 7 e tal num Fiesta e 8 num Mazda 3 (maior, mais pesado e motor 1.3). Face ao 1.4 TDI este motor é claramente irritante, pois se o outro também faz barulho, a verdade é que muito antes de começar a fazer demasiado barulho está a andar muito mais que o 1.2. Espero com curiosidade o 1.2 TSI do grupo VW para ver um motor realmente interessante.
Curiosamente, apesar dos interiores serem iguais ao outro que tive, depois de ter visto o Fabia, já não fico impressionado nem com a montagem, nem com os materiais dos interiores do Ibiza. Em espaço são muito semelhantes, mas em robustez o Skoda “ganha”.
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Seat Ibiza 1.2 2009
Posted in Experiencias, Marcas, Seat, Test-drive on September 23, 2009 by autoemocion1ª Experiência Skoda
Posted in Experiencias, Indústria, Skoda, Test-drive on September 16, 2009 by autoemocionRecentemente tive a minha primeira experiência Skoda.

E até o posso dizer num sentido lato.
Antes de testar uma Skoda Octavia Combi de 2001 1.9 TDI com 110cv colhi a experiência de quem sabe:
O Skoda Octavia 1.9 TDI [110 CV] é um automóvel extremamente robusto e fiável. Ainda assim, será bom tentar perceber o bom funcionamento do turbo [órgão mecânico mais sensível a deficientes utilizações] e do medidor massa ar, sobretudo se se tratar de uma unidade com muitos Km’s ou da qual desconheça o[s] proprietário[s] anteriores.
Aproveite ainda para verificar o bom funcionamento dos vidros eléctricos e o desempenho dos ’silent blocks’ ['sinoblocos', em gíria automóvel], usando, neste último caso, uma estrada com altos e baixos e uma ‘orelha afinada’ para ouvir eventuais sinais de desgaste.
Skoda – Sem Limites – com a devida permissão dos autores.
Se o aspecto geral interior e exterior não me surpreendeu foi mesmo porque o dono actual não tem muitos cuidados com ele nesse aspecto, mas a nível mecânico, com uns saudáveis cerca de 180000 km, está muito bem tratada. Trocou a distribuição sempre que recomendado e teve sempre óleos e filtros quando necessário. “Está satisfeito com a Skoda?” “Sim, 0 problemas até hoje.”
É um carro muito espaçoso e mesmo tendo em conta que o desenho original deste modelo é do final dos anos 90 não está demasiado datado. Estivesse com outro aspecto, não necessitasse de pneus rapidamente, e de carregar o A/C e seria um excelente negócio. O motor respira saúde, não denotando quaisquer problemas de turbo ou do medidor de massa de ar. Não cheguei a prestar muita atenção aos pormenores eléctricos dada a forma como estava o carro.
Mas a minha experiência não pára por aqui. Recentemente, passei algum tempo com um colega que está a pensar trocar de carro, aproveitando o incentivo para abate do estado em conjunto com os valores que algumas marcas acrescentam. Ele já tinha visto várias marcas e modelos (segmento utilitários) até que lhe disse, repetidamente, para passar na Skoda. Inicialmente, alguma coisa fazia com que eu lhe dissesse isso e parecia que ele não ouvia. Até que quase o arrastei até lá. resultado… ficou surpreendido com a qualidade geral, equipamentos, acabamentos e preços da marca. Nos últimos dias, já só o oiço a falar na Skoda… ao ponto de já ter andado a rondar o Octavia. Ao me sentar, no stand, dentro de um Fabia, tive a percepção da qualidade deste novo produto. Já conhecia o Fabia anterior, mas este foi um verdadeiro passo em frente. muito bem construído, sólido e homogéneo. E com um design apelativo.
Nestes dias apercebi-me de duas coisas.
1. O estigma que a Skoda continua a viver. Apesar de estar continuamente a desenvolver produtos de qualidade e bastante fiáveis, continuam a não ser uma opção para muita gente que se calhar ficava bem servida com um. Estive a verificar e nem no top 20 de marcas ou modelos de carros vendidos em Portugal se está.
2. Diferenciamento por preço em Portugal. Se a skoda batalha o estigma com o preço, realmente apelativo pelo pacote que normalmente representam, percebi finalmente como a Nissan combate neste segmento com um produto que não gostei nem um pouco – pela estratégia muito agressiva de venda. para além de tentarem fechar negócios assim que possível estão a fazer preços realmente tentadores para quem não se importa muito com determinados aspectos.
Seat Ibiza 2009
Posted in Experiencias, Marcas, MyMedia, Seat, Test-drive on August 5, 2009 by autoemocionMais uma experiência, desta vez num carro com cerca de 300Km. Tudo ainda cheirava a novo, faz tempo que não andava num carro assim.
Andei apenas um dia com o Seat Ibiza 1.4 TDI de 2009.

Finalmente compreendi porque o mundo em geral e até as revistas “da especialidade” teimam em comparar o Ibiza com carros do segmento seguinte, mesmo se este partilha a plataforma e muitos componentes com o Polo e Fabia. O Ibiza é mesmo grande para o seu tamanho, passe a expressão. Penso que a mala deve “dar luta” ao meu Corolla (!).
Gostei muito do novo estilo de design dos interiores da Seat. Não gostei de todos os materiais, mas ainda assim vejo algumas melhorias em relação à geração anterior.

Em relação ao design exterior, na verdade não o suportava quando apareceu, mas começo a apreciar e esta experiência facilitou essa alteração.
Em condução, nota menos para o 1.4 TDI. o Grupo VW tem rapidamente que substituir este motor. As prestações não deslumbram, apesar de não nos deixar mal, mas também não apetece andar muito depressa porque o barulho cresce (muito) na mesma proporção. Não andei a fazer médias, mas com certeza que aí não há nada que apontar.
Na versão que conduzi a afinação de suspensão e os pneus não deixavam o chassis brilhar muito porque as suas limitações permitiam a entrada em acção do ESP (não experimentei desligar). No entanto pareceu-me ser um carro com uma atitude perante as curvas muito boa, apesar de uma tendência subviradora.
O Ibiza é também muito confortável, mesmo com uma nítida rigidez prepositada e é muito fácil (pelo menos para mim) encontrar uma excelente posição de condução.

No geral pareceu-me que o Ibiza é um excelente produto, onde naturalmente se reconhecem as qualidades germânicas, mas com um toque latino.
Ford Fiesta 1.2 2007
Posted in Experiencias, Ford, Marcas, MyMedia, Test-drive on March 16, 2009 by autoemocionDe novo num aluguer, tive oportunidade de testar um carro que já há algum tempo tinha curiosidade, mesmo não
sendo a (completamente) nova (e atraente) versão do Ford Fiesta.

Foto: www.desktopmachine.com
(versão ST “pré-fecelift” – oxalá tivesse sido este… seria bem interessante)
A primeira coisa a destacar, especialmente depois da decepção do micra, é sem dúvida a robustez deste carro. Mesmo com as dimensões compactas que tem, é um conjunto que se sente ser sólido e muito bem construído (por dentro e por fora), não estivesse a Ford, na Europa, a seguir os pregaminhos dos alemães há alguns anos. Tem bom espaço atrás, mas a mala não é das maiores.
Este fiesta tem uma posição de condução estranha pois é um pouco alta e o volante está mais em cima do condutor do que o habitual (pelo menos em comparação com o que estou habituado), mas segue a famosa “máxima” de “primeiro estranha-se, depois entranha-se”, motivada pela excelente relação entre posição do banco, pedais, ângulo do volante e posição da manete de velocidades (um pouco mais alta também que o normal ao contrário da versão anterior a esta que em que era mesmo muito baixa). Só mudaria mesmo os bancos que não são nem do mais envolvente, nem confortável que existe nesta gama de carros… (se fosse o ST
)

O motor 1.2 ZETEC é um meu velho conhecido. Fiz bastantes kilometros com este Fiesta de 1997, da altura em que este motor foi lançado e ainda conduzi algumas vezes dois outros dessa mesma geração.
A sua potência e elasticidade faziam com que, à data, arrasasse a concorrência em prestações, fazendo jogo igual, muitas vezes, com carros com mais potência e cilindrada. Mas está diferente. Certamente com algumas evoluções e alterações, tanto a nível de electrónica como da relação de caixa transformaram a potência pura, pela qual era necessário puxar, em muito binário e disponibilidade (noto bem a diferença) a baixos regimes, em favor da redução de emissões e diminuição dos consumos, tanto por obrigatoriedade legal, como também pelo dramático aumento do preço dos combustíveis nos últimos anos.
Infelizmente, aquele motor que era uma pequena bomba, agora anda claramente menos que o Micra que já aqui falei e também que o clio III (que também recentemente tive oportunidade de testar novamente depois de uma curta experiência há algum tempo, edesta vez achei que andava muito bem) sem que os consumos tenham descido radicalmente.
Eu não ando propriamente devagar, até é verdade, mas com o mesmo condutor que o micra, fazendo praticamente o mesmo trajecto e kilometragem fez 7,3l/100Km e pelo que vi, se não tivesse tido alguns cuidados tinha facilmente sido mais (recordo que o micra fez facilmente 6,5 sem nenhum cuidado com consumos…).
Para o fim, fica o melhor. O Fiesta é um carro para o condutor. A direcção é super-precisa e sente-se o que está a acontecer, o chassis muito equilibrado, acutilante, pois vira sem hesitação ou perdas de tracção e divertido até (o quanto pode ser num carro pequeno de tracção à frente), sendo possível, quando se provoca, obter alguma sobreviragem ao “levantar o pé” em curva.
A única coisa que se pode apontar em termos dinâmicos é alguma trepidação por não ter muito apoio aerodinâmico, mas só a velocidades bem para lá do que se pode/deve andar… (penso que não só por causa do tamanho pequeno e desenho do carro, mas também por causa da sua altura ao solo, pois a verdade é que apesar de ter um chassis exemplar, essa característica não é forçada por ter “molas baixas” ou suspensão demasiado firme.)
A evolução da geração que eu conhecia para esta foi grande, perdendo alguma coisa em conforto e performance pura, mas ganhando em habitabilidade (apesar de tudo) e dinâmica. Em geral gostei muito e fiquei com muita curiosidade de experimentar o novo Fiesta, pois se o “salto” for semelhante, penso que será um carro mesmo muito bom.
Nissan Micra 1.2
Posted in Experiencias, Marcas, Nissan, Test-drive on February 1, 2009 by autoemocionCá está uma nova faceta do blog Auto emócion…
Durante dois dias tive comigo um Nissan Micra do ano 2006, de aluguer, o que, por constituir uma nova experiência auto-mobilizada aqui fica descrita.

Não conduzia um carro de 4 velocidades há algum tempo… Eu explico.
O Micra tem uma caixa tão curta que a primeira é quase inútil, sendo mesmo possível arrancar em segunda velocidade como em primeira num “carro normal”. No entanto, esta deve ser a razão pela qual este micra parece tão mais veloz que o Renault Clio com o qual penso que partilha muitos componentes.
Continuando a comparação com o clio, nota-se que é muito mais leve (o que também ajuda nas prestações), mas o chassis não é, de longe, tão eficaz. Mesmo este Micra com umas jantes que penso que eram de 16” (na verdade nao verifiquei, mas pareciam grandes) tem muitas(!) perdas de motricidade e a direcção não ajuda. Se a direcção do clio é artificial como todos os artigos dizem e eu também acho, a direcção do Micra é muito vaga. Nunca se tem propriamente confiança para perceber a estrada e o limite de aderência e é muito pouco precisa (a trepidação sentida – habitual nos carros de aluguer, também não ajuda).
Depois, para além de ser feio “c’mó-raio” os interiores parecem um desenho do sec. XXI, mas os materiais dos recentes anos 90. Tudo rijo e mal construído… Parece incrível estar a falar de um carro japonês. Mas é verdade.
Este carro continua em produção e enfrenta rivais de segmento que o põem a um canto. Consigo pensar em vários.
Inclusivamente, um compatriota como nós temos, o Toyota Yaris de 2003 (o nosso é fase II da primeira geração) é globalmente muito mais equilibrado em vários aspectos.
Os pormenores que gostei não foram muitos mas ainda posso dar alguns. O carro é espaçoso e de facto muito expedito, pois a caixa, peso e motor ajudam, por isso dá algum divertimento. Os comandos dos piscas e limpa brisas estão muito bem posicionados e os do rádio, no volante, são muito ergonómicos e talvez os mais intuitivos que já utilizei. O consumo surpreendeu-me também. Chegou à minha mão com um consumo médio de 14,4(!) e deixei-o, sem “esforço” de qualquer espécie, nos 6,5l/100Km. Não duvido que, numa “economy-run” atingisse facilmente os 5 ou menos.

Fotos: www.nissan.pt
Pois é… férias.
Posted in CNR, CRM, Experiencias, IRC, Marcas, Motorsport, Rali, Regular, Test-drive, Toyota, VW, WRC on September 16, 2008 by autoemocionAinda assim deu para saber que o Bernardo Sousa continua a amealhar uns pontinhos, muita experiência e estatuto no PWRC (para além dos burburinhos sobre a temporada de 2009 – será que adivinhei alguma coisa… veremos.), que o Armindo Araújo continua sem sorte, que o Fernando Peres tem o seu título nos Açores posto em causa por um grande Ricardo Moura apoiado pela mesma marca e com um carro idêntico, que o L.Hamilton é um bocadinho “limitado”, que a F1 em geral anda maluca (e até o tempo ajudou a essa festa), que a Fiat continua a levar uma “lavagem” da Peugeot nos S2000 do IRC (apenas salva pelo sr. que mais sabe conduzir o Punto), que o Bruno Magalhães apesar do imenso valor que tem continua sem sorte internacional, que o campeonato nacional de ralis está uma vergonha (sim, voltamos à realidade), que o Loeb ganha mesmo quando todas as táticas possíveis metem os seus opositores a liderar ralis até quase ao último metro…
entre outras coisas.
Mas estive um bocado desligado mesmo.
De resto, na “minha” Madeira, fiz um verdadeiro test-drive aos pneus Bridgestone Turanza ER300 no asfalto retorcido e abrasivo das montanhas madeirenses com o Yaris (cada qual “brinca” com o que pode
) e posso garantir que é ainda melhor nestas condições do que em via-rápida/auto-estrada. Estou realmente contente com o pneu. E pelo que consigo perceber dos km’s percorridos até agora, não se desgasta muito.
Também em experiências motorizadas, conduzi um Toyota Corolla 1.4 VVTi de 2004 do qual esperava um pouco mais de motor (talvez estivesse um pouco “amarrado”), mas que me agradou a nível de conforto de rolamento. Gostei do carro, mas infelizmente a Toyota está cada vez mais cinzenta, “gorda” e menos apelativa, o que os torna num futuro pouco provável para mim… Especialmente quando as suas estratégias comerciais não fazem sentido (pelo menos quando as efectivam), senão veja-se o prometido desenvolvimento de um 1.6 diesel da “nova” geração comon-rail-turbo-de-geometria-variavel-e-afins (que todos os mercados “pedem”) para…2012. Até a VW (que já veio tarde – mas tinha um competentíssimo 1.9 TDI em 50000 versões para tratar do assunto) vai por no novo Golf um 1.6TDI com 120cv e emissões abaixo das 100g/km (num carro do segmento C!).
Enfim… “cá estamos”.
Smart Brabus Nightrun
Posted in Experiencias, Marcas, Smart, Test-drive on July 31, 2008 by autoemocion
Há uns dias experimentei um “carro” destes.
Foram, para mim, várias coisas novas (nunca guiei um smart, muito menos um brabus nem nunca havia guiado um carro com velocidades automáticas) e um “teste” demasiado curto para fazer grandes aferições, mas cá fica o mais gritante.

O Smart (este, da segunda geração – Março 2003 até Abril 2007) é surpreendentemente espaçoso não só por sacrificar mais lugares disponíveis, mas porque está bem desenhado. Mesmo a mala, apesar de pouco significativa, não é tão má quanto imaginei.
Esta versão, bem apelativa esteticamente, tem alguns extras interessantes e no motor reside a melhor das versões de produção da Smart, com os 698cc a produzirem uns aparentemente tímidos 75cv, mas “enfiados” num peso-pluma são terrivelmente irrequietos e mesmo assim poupados, com um consumo combinado de 5,3l/100Km.
A direcção é bastante directa e comunicativa e a caixa semi-automática permite que decidamos a sua relação, de forma que também possa por exemplo utilizar o motor como travão numa descida.
Acredito nas potencialidades da utilização de uma caixa automática, especialmente em cidade, no “pára-arranca”, e também acredito que o hábito possa fazer com que nos sintamos descansados com a sua condução.
Mas…
Qualquer passagem de caixa, automática ou comandada pela alavanca sequencial ou patilhas no volante (engraçado isto… brincar aos F1) é horrivelmente lenta. Ok. talvez não seja tão dramático e acredito que rodando a rotações mais elevadas não seja tão mau (para além de ter andado pouco, foi relativamente devagar) mas há um hiato demasiado grande entre a aceleração, mudança e nova aceleração.
Entretanto, já soube que qualquer caixa automática de carros de segmentos inferiores é assim, pelo que percebi que tudo o que seja inferior a uma DSG (que também nunca experimentei, eu sei, mas não pode andar tanta gente enganada….) da VW nunca servirá para mim. Perder a caixa manual para uma coisa destas, para mim não é opção.

Opel Corsa
Posted in Experiencias, Marcas, Opel, Test-drive on May 25, 2007 by autoemocionHoje, ao ler sobre “O corsa de condução” num blog aqui ao lado reconheci um sentimento que tive numa das minhas experiências auto-mobilizadas.
Não teve a ver com o Toyota Yaris do ACP – escola de condução, mas com um dos test drives que fiz, quando estive à procura de substituir o meu “defunto” clio.
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Foto (e mais informações): http://www.answers.com/opel%20corsa
Num famigerado dia em Outubro de 2005 fui experimentar um Opel Corsa B de 2000, sem vidros electricos, sem direcção assistida, com a embraiagem já referida, sem pára-choques pintados com a côr da carroçaria (portanto, sem sequer ser esteticamente apelativo), com o motor 1000 cc… ![]()
Dei uma volta a um parque, e nem sequer 50 metros andei, para ter a certeza de que NÃO queria nada daquilo. A posição de condução era horrível, a visibilidade reduzida, direcção pesadíssima e pouco mais posso dizer porque desisti pouco tempo depois.
Se tivesse tido as minhas aulas de condução assim também achava que era uma provação!!
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Foto: http://www.answers.com/opel%20corsa
Anteriormente também tive uma experiência com um Opel Corsa A de 1992, 1200 cc (da versão original, anterior ao da foto) que obviamente comparado com os carros de hoje em dia travava muito mal, e também não tinha uma posição de condução muito boa, mas era muito fiável e poupado – isso ninguém lhes tira…
Renault Clio III
Posted in Experiencias, Marcas, Renault, Test-drive on May 17, 2007 by autoemocionVoltando ao meu mundo automóvel…
Finalmente tive oportunidade de experimentar um renault clio da geração actual.
Devo dizer que gostei bastante.

Foto: Diariomotor.com
Acho que o carro é uma boa evolução. Deixou de ser exíguo como o clio II era, mantém níveis de conforto e de segurança passiva e activa muito elevados como tem sido apanágio da renault nos últimos anos e tem um excelente comportamento que, apesar de não ter forçado o andamento, me pareceu também ser melhor que o II.
Já conduzi todas as gerações e fases do clio e este é o primeiro que tem uma boa posição de condução!
Para a minha estatura e estilo de condução muito boa mesmo.
Sempre me fez algum prurido como o clio II que considero ainda um carro super equilibrado, seguro, muito rápido e ágil, podia ter aquela posição de condução muito esquesita, especialmente na versão RS (julgo que quem conduz essa versão, com uns belos estofos desportivos pouco se deve preocupar com a posição de condução…:-) )

Não gostei:
A direcção parece que ficou ainda mais artificial que no clio II (concerteza nas versões mais potentes não será igual… espero) e nem com a subida de velocidade se notei melhoria.
O motor… 1.2 16v com os seus “curtos” 75 cv para o “gordinho” novo clio.
Já se sabe que quando os carros “crescem”, também “engordam”, e este não foi excepção, mas continuam a insistir neste bloco que é nitidamente pouco motor para muito carro. Já numa curta experiência com um clio II com o mesmo motor não fiquei impressionado.
Se posso fazer sugestões para clio – só deste motor para cima… e no gasóleo só para cima de 1.5 Dci de 85 cv.
A chegada de um motor 1.2 Turbo com 100 cv ao clio pareceu-me bombástica e creio que seria o mais adequado para este carro vender como paezinhos quentes, mas apesar de terem anunciado que o Clio Rip Curl teria essa opção e de terem no site esse motor como uma opção, no mini-site Clio Rip Curl não aparece. Há apenas o de 75cv.
No entanto, no site as únicas motorizações a gasolina para os clios “normais” parecem ser o 1.2, 1.2 TCE e o 2.0 RS. Isto é que foi corte radical!
A minha conclusão final da minha experiência foi apenas uma…
Se o Clio RS já me tirava o juízo, agora ainda mais… porque gosto mesmo do carro no seu todo.
Nem me interessa que os 200cv não sejam reais!


Fotos: Motorpasion.com
É um carro que me tira realmente do sério.
Porquê?
Porque a sua “linhagem” já me tirava do sério e porque consegue por qualquer adulto com um brilho nos olhos (mesmo tipos que passam o dia a conduzir os carros mais caros e potentes que existem…), como se pode ver aqui:
Seat Leon FR 1.9TDI
Posted in Experiencias, Marcas, Seat, Test-drive on February 24, 2007 by autoemocionÉ apenas justo que faça a pequena homenagem de começar a descrever as minhas experiências de condução com um Seat, já que lhes “roubei” a frase.

Já não sei precisar a data, mas guiei o Seat Leon FR da primeira geração, a versão 1.9TDI com 150Cv, num test-drive em meados de 2004.
É uma verdade que a minha experiência total ainda não é muito grande, pelo que este carro é, ainda hoje, um dos melhores que já conduzi. O carro era novinho, preto, e na altura, com os seus 150cv era dos carros a diesel da gama C mais potentes.
Super-confortável, e não tão exíguo quanto um A3 por exemplo, logo à primeira vista achei que os interiores eram bastante acolhedores e os bancos desportivos em pele davam um apoio espectacular.
Em termos de condução, a primeira coisa que pude destacar foi a suavidade e entrega do motor (ao contrário do que sempre lia sobre estes motores de que em baixas rotações eram barulhentos e pouco vivos) enquanto andava em primeira e segunda para sair do parque do Kartodromo de Palmela (onde estávamos) – muito devagar.
Andei talvez uns 5 km’s em dois sentidos, numa estrada nacional.
Quando o meu “pendura” da Seat me disse para acelerar um pouco numa recta estavamos em terceira a andar devagar. Foi num ápice que atingimos os 150km/h. Tem sempre um rolamento super-confortável, e apesar de não ter dado para testar de forma a perceber o comportamento do carro, deu para perceber que também não se envergonha nas curvas. Trava também muito bem.
Ainda hoje em dia gosto muito do aspecto deste carro (do FR, mas também do Cupra) e a minha experiência só me dá vontade de experimentar o Leon da actual geração, também ele muito interessante visualmente, a nível de motores e chassis (tudo mais apurado, claro está…).